sexta-feira, 2 de abril de 2010

A CRUZ ERA O MEU LUGAR...

A cruz... Lugar de exposição... Lugar de maldição... Lugar de humilhação... Quem a aceitou em meu lugar... Aceitou por me amar... Me amar como eu sou... Como eu estou... A cruz era o meu lugar... Por causa do pecado... Por causa de eu ter falhado... Ele carregou em meu lugar... Suportou a dor por me amar... Desprezado... Rejeitado... Experimentado... Mas verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades... E carregou com as nossas dores... E nós o reputávamos por aflito... Ferido de Deus... E oprimido... Ferido por causa das nossas transgressões... e esmagado por causa das nossas iniquidades... O castigo que nos traz a paz estava sobre ele... E pelas suas pisaduras fomos sarados... Andávamos desgarrados... Cada um se desviava pelo seu caminho... Mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós... Ele foi oprimido e afligido... Mas não abriu a boca... Como um cordeiro que é levado ao matadouro... Não abriu a sua boca... E como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores... Assim ele não abriu a sua boca... Não murmurou... Não questionou... Não condenou... Mas antes de tudo e de todos... Ele me amou... Pela opressão e pelo juízo foi arrebatado... Sentiu-se abandonado... Sentimento de solidão... Sentimento de rejeição... E quem dentre os da sua geração considerou que ele fora cortado da terra dos viventes... Da terra dos que se dizem inocentes... Ferido por causa da transgressão do meu povo... Povo que se chama pelo seu nome... Menina dos olhos de Deus... Pessoas que ele mesmo escolheu... Geração eleita... Sacerdócio real... Nação santa... Povo adquirido... Povo comprado... Para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz... O que seria de mim se não fosse a cruz... O que aconteceria comigo se não fosse Jesus... Lhe deram a sepultura com os ímpios... Sem merecer... E com o rico na sua morte... Fizeram-lhe perecer... Morreu em meu lugar... Morreu no seu lugar... Embora nunca tivesse cometido injustiça alguma... Inocente por nos amar... E nós culpados por rejeitá-lo... Na sua boca não houve engano... Diferente da nossa que lhe causamos dano... Esta era a cruz... Cruz que não era para Jesus... O preço dos meus pecados... Foi o sangue derramado... Agora a cruz esta vazia... De onde o sangue vertia... Chamando-nos ELE... Dizia-nos... Se alguém quer vir após mim... Negue-se a si mesmo... Tome a sua cruz... E siga-me... Eternamente grato Jesus... Pois agora ficou mais fácil...

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