sábado, 16 de fevereiro de 2013

ENTRE O BEM E O MAL...



O grandioso Apóstolo Paulo já nos falava; Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Romanos 7:19

Partindo deste principio podemos observar que estamos entre o bem e o mal, entre a cruz e o punhal, entre a vida e a morte, estamos vivendo num mundo onde, todos independente de qualquer coisa, somos iguais na semelhança, mas diferentes na imagem.

O apostolo Paulo neste capitulo do livro de Romanos, deixa-nos vários ensinos, vários versículos que nos orientam sobre a prática do bem e do mal, do certo e do errado, do que se deve ou não ser feito.

Paulo não se poupou, muito menos se preocupou em falar a seu respeito, ou seja, a respeito de sua intimidade, coisas que somente ele e Deus sabiam.

Paulo revela aos seus irmãos sem ao menos titubear, ou seja, se importar com o que iriam falar a seu respeito, ele não estava preocupado com a sua vida diante dos homens, e sim como estava a sua vida diante de Deus.

Estas eram as suas palavras; não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço...

Paulo queria fazer o bem, pois fazer o bem era na realidade o seu desejo, mas não conseguia; o mal que não queria esse ele praticava, mesmo não querendo fazê-lo.

E ele explica porque fazia o mal e não o bem; Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Romanos 7:20

Qual era então o seu problema? O pecado habitando em seu corpo, mesmo achando que fazer o bem era algo bom, ele, o Apostolo Paulo não conseguia pratica-lo, porque o mal estava com ele.

Paulo mesmo tendo prazer na lei de Deus, no seu interior, alma e espírito, mesmo assim não conseguia efetuar o bem, com isso dentro de si, travava uma batalha, uma guerra interior, uma guerra entra os membros do seu corpo, uma guerra que parecia não ter fim. Romanos 7: 21-23

Se isto fosse com algumas pessoas que não são APÓSTOLOS, que não são PASTORES, que não são MESTRES, PROFETAS, EVANGELISTAS, estes seriam excomungados, não no caso do APOSTOLO PAULO, mas sim, com certeza dos demais, se forem pessoas comuns, sem credenciais, ou títulos, ou nomes e renomes, serão julgados e após condenados por serem pecadores.

Que possamos aprender com o segundo maior Apóstolo que já houve nesta terra, Paulo, porque o primeiro foi o seu mestre, Jesus o Cristo, que era perfeito, o único, aliás, que possamos aprender a reconhecer nossos defeitos, nossos pecados, nossas deficiências, nossa pequenez, que possamos fazer como Paulo fez, dizendo e reconhecendo;

Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?  Romanos 7:24

Reconhecer, ser um miserável, um miserável homem, carne, pecador, falho, reconhecer que, ELE, Paulo era, um miserável homem, reconhecer clamando; quem pode me livrar do corpo, (da carne), desta morte?

Será que Paulo não sabia quem o poderia livrar?

Com certeza sim; mas era preciso ir além, isto seria o mesmo que declarar, que bradar algo contido dentro da alma, que o sufocava e que dizia; não aguento mais viver assim, preciso me desvencilhar deste mal que me consome, então lhe restava dizer; quem poderá me livrar?

Ele, o Apóstolo declara, pois ele mesmo tinha o conhecimento de quem o poderia livra-lo, então diz;

Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor.

Paulo declara que Jesus Cristo é o seu Senhor (dono) da sua vida, sempre reconhecendo que, ele mesmo, o Apóstolo Paulo servia a Deus em espírito e alma, mas em corpo (carne) servia o pecado.

Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado. Romanos 7:25

Com isto Paulo, o Apóstolo, nos ensina a reconhecermos, que não podemos julgar o pecado dos outros, mas sim os nossos próprios pecados.

Podemos estar entre o bem e o mal, entre a cruz e o punhal, a vida e a morte, mas também estamos entre o arrependimento da nossa parte e o perdão da parte do nosso Senhor, Jesus o Cristo.

Nunca nos esquecendo de que praticar ou não, depende de como iremos encarar o que fizermos ou deixaremos de fazer, o bem ou o mal, pois; quem deve dominar é nós e jamais o mal que esta em nós, pois o desejo do mal é sobre nós, mas sempre devemos nós dominar.

Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar. Gênesis 4:7


Entre o bem e o mal, estamos nós, todos nós, seres mortais e humanos, que praticamos o bem, mas que também praticamos o mal... 
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