sexta-feira, 14 de novembro de 2014

PANEM et CIRCENSES...

PÃO E CIRCO...
Nas Arenas da antiga Roma onde homens se digladiavam para demonstrarem suas valentias e até mesmo a sobrevivência, o entretenimento se deparava entre a vida e a morte, o lema era lutar ou morrer, que vença o melhor era a frase dita pelo anunciador do evento, o espetáculo só terminava quando um dos gladiadores viesse a óbito, mediante a ordem do imperador, com o polegar para cima era vida e com o polegar para baixo significava morte, pois, este era o ponto crucial do tão esperado espetáculo, onde o povão bradava em euforia e torciam para que o sangue jorrasse por todos os lados, quanto mais sangue, mais o povo se alegrava, quanto mais eram as mortes violentas mais o povo ficava eufórico.
Esta era a forma enganosa que o governo romano achou para entreter o povo enquanto eram esfolados pelos impostos que enriqueciam os nobres, enquanto o povo era pobre e incauto, os imperadores eram ricos e poderosos, bastava simplesmente dar ao povão um pouco de pão e circo que estes se esqueciam, ou até mesmo se contentavam com o pouco que lhes era oferecido, e sem ter o direito do direito de reclamar, pois, isto lhes custaria à própria vida e a vida dos seus, então eram obrigados a se contentar com as migalhas que caiam da mesa de seus senhores, e assim não ousavam enfrentar a ditadura dos déspotas, temendo a represália que poderia sobrevir sobre suas vidas.

Esta foi uma política suja criada pelos antigos romanos, que previa o provimento de comida e diversão ao povo, com o objetivo de diminuir a insatisfação popular contra seus governantes, que não mediam esforços para impedi-los de poderem obter conhecimento e entendimento, pois, suas leis eram interpretáveis, cheias de retóricas e favorecia somente o plenário, coisa a qual não é diferente dos nossos dias atuais.

Pão e circo significam nada mais e menos que um pouco de distração com um pouco, mas muito pouco mesmo de alimento, no caso de Roma era o pão, um alimento barato do qual não sustentava o povo e se não sustenta não fortalece, não da força, não da massa muscular, da à impressão de satisfação, mas, passado algum tempo depois bate a fome e a fraqueza, e se não tem força não tem reação, pois, a fome é uma das maiores armas a favor da guerra, principalmente se o adversário é tolhido de se alimentar, se o adversário ficar fraco, a possibilidade de vencê-lo é muito maior... Sem contar ainda que as arenas lotavam porque muitos mesmo frequentavam com a possibilidade de além de se distrair, esperar ter a sorte de poder em meio a multidão pegar um pedaço de pão, era meio que na sorte mesmo, ou senão na violência que alguns poderiam sair dali com algo debaixo do braço.

Pão e circo não é somente a maneira enganosa da antiguidade, mas, também nos dias atuais isto tem acontecido, em muitos lugares isto acontece de uma forma oculta, que aos olhos de muitos ainda estão encobertos, pois, uma boa maioria não usa o seu raciocínio e sim o raciocínio alheio, aquele onde todos embarcam numa canoa furada.

Em uma visão mais tradicional, a expressão servia para mostrar que os romanos viviam em meio a espetáculos sangrentos, como nos combates entre os gladiadores, que eram promovidos nos anfiteatros para diversão da população, que, além disso, o pão era distribuído gratuitamente para a população, com aquela velha opinião formada sobre tudo, os governantes ludibriavam o povo com diversão e migalhas e o povo os veneravam porque eles lhes proporcionavam algo, e ao menos conseguiam notar que estavam sendo enganados, tratados como verdadeiros idiotas era assim que estes eram vistos pelos governantes eleitos.

O custo desta política suja era enorme, causando uma elevação de impostos exorbitantes e sufocando a economia do Império, onde quem sempre pagava o pato, o ganso, o marreco e tudo, era o povo pobre de conhecimento e entendimento, no qual é muito bom, mas muito bom mesmo frisar que nos dias atuais isto não é diferente, ou quem sabe, senão pior.

A frase Pão e circo teriam a sua origem nas Sátiras de Juvenal, mais precisamente na décima (Sátira X, 77–81):

…iam pridem, ex quo suffragia nulli uendimus, effudit curas; nam qui dabat olim imperium, fasces, legiones, omnia, nunc se continet atque duas tantum res anxius optat, panem et circenses.

... Há muito tempo atrás, e ninguém a partir do momento em que os votos do vender cuidados; Para quem era uma vez o poder imperial, os fasces, legiões, e tudo o mais, agora contém, e ansiosamente espera para apenas duas coisas, pão e circo.

A situação social em Roma durante o período da República era tensa, uma pequena parcela da população detinha muita riqueza, em consequência das guerras de expansão territorial e da exploração do trabalho escravo, porém, uma grande maioria de romanos vivia na pobreza, em péssimas condições de vida nas cidades, morando em casebres e vilarejos afastados do Império, com condições precárias de saneamento e alimentação, a saúde do povo romano, principalmente da classe miserável era lastimável, e foi justamente para conter os distúrbios sociais, que o Estado romano criou a política do Pão e Circo, que também não é diferente dos dias atuais, pois presenciamos pessoas vivendo em condições precárias, morando em palafitas a beira do abismo, e ai me pergunto, onde estão os políticos que prometem acabar com a pobreza? Onde estão os governantes que após serem eleitos iriam solucionar o problema dos necessitados? Onde estão aqueles que andavam em meio ao povão, visitando as favelas, pegando crianças no colo, abraçando os pobres idosos, fazendo promessas para angariar votos das classes baixas? Onde estão? Onde estão? Estão onde gostariam de sempre estar, mamando à custa dos nossos impostos, fazendo leis para que a cada passo que dermos possamos pagar mais impostos, nos colocam num labirinto sem saída, onde andamos em círculos, impossibilitados de sairmos do lugar, vivemos amarrados as leis que nos subjugam, da qual o que possuímos verdadeiramente não nos pertence.
Como o próprio nome diz, o Pão estava relacionado à distribuição gratuita de trigo ou a preços baixos para a população pobre, mas não eram justamente e unicamente todos os pobres que tinham acesso a essa fonte de alimentação, e sim apenas as pessoas inscritas nas leis frumentárias, foi uma lei proposta pelo Tribuno da Plebe, Caio Graco, em 123 a.C., que estabelecia a obrigatoriedade do Estado romano vender trigo às pessoas pobres, a preços subsidiados (abaixo do valor de mercado), onde hoje podemos também interpretar com o nome de sacolão da família, ou armazém da família, ou porque não bolsa família, salário família, ou até mesmo tudo que tenha o nome família, mas que é menos para o uso da família, porque verdadeiramente a família não usufrui de nada, pois as migalhas são tão poucas que não da para suprir muitas das vezes nem sequer um só da família, quanto mais à família toda, mas o simples fato de pronunciar o nome família já da a entender a muitos incautos que estão dispostos a fazer alguma coisa pela família, só que não, tudo não passa de uma jogada de marketing para enganar a própria família, que depositou o seu voto de confiança nestes enganadores.

As condições de alimentação da população pobre de Roma eram péssimas, pois a base alimentar era constituído por pão de péssima qualidade e azeite, porque não dizermos a sobra, e mesmo assim eram difíceis de serem adquiridos, pois, com a distribuição gratuita ou a preços baixos, as filas eram enormes, o Estado romano pretendia conter revoltas populares que ocorriam por acesso a estes alimentos, e quando a distribuição de trigo atrasava, era muito comum a população se rebelar, coisa da qual também nos dias atuais não é diferente, diga-se isto a CEF que há pouco tempo foi invadida pela população do Bolsa Família, com os cartões empunhados nas mãos gritavam, cadê o meu dinheiro, que aparentemente e enganosamente é para suprir as necessidades do povo, mas só que não, é mesmo para entretenimento, e ai então esta armado o circo, montado o picadeiro e os palhaços quem são?

Por outro lado, as classes ricas da sociedade romana realizavam grandes banquetes, as custas dos impostos angariados, onde alguns podiam durar horas, sendo compostos por vários tipos de pratos, onde, as pessoas chegavam a vomitar para poder se aliviarem e, assim, conseguirem continuar comendo, esta proeza foi confirmada na época do Imperador Calígula, onde se misturava glutonaria com orgias sexuais, assim não era de se admirar que os pobres se revoltassem, mas como nos tempos atuais, tudo é passível quando se oferece uma Copa do Mundo, onde os Estádios foram subfaturados, onde tudo foi subfaturado, onde os preços de vários segmentos multiplicaram o valor, mas de que isso importa, pois, se o que importa mesmo é o espetáculo, o entretenimento e algumas migalhas que caem da mesa dos ditos senhores, contando ainda que o povo concorda, aplaude e fica jubiloso quando este Estádio pertence ao time do seu coração, são capazes de matar por rivalidade e obsessão ao tal afamado time do coração, em atos de covardia e vandalismo matam, quebram e roubam, quando não uma torcida em numero muito maior agride um único rival até a morte, hipócritas revestidos de insanidade são os tais que colocam emblemas acima de si, á aquilo que nem sabem que ele existe.

Outra medida utilizada pelos governantes romanos para evitar as rebeliões populares era o oferecimento de atividades de lazer gratuitas, referente à palavra Circo da política que está sendo apresentada neste texto, pois isto significa entretenimento, e quando as pessoas estão entretidas, se esquecem das coisas que estão ao seu redor, principalmente das suas necessidades.

Um dos principais locais de apresentação era o Circo Máximo, nele, era realizada uma das diversões mais adoradas pelos romanos que eram; as corridas de carros puxados por cavalos, esses carros podiam ser as bigas, puxadas por dois cavalos, ou as quadrigas, puxadas por quatro cavalos, onde era também comum nessas corridas a ocorrência de acidentes, que para o povo era o auge do espetáculo, que não tem diferença nenhuma das corridas atuais, onde muitos apreciam mais os acidentes que as próprias corridas, alguns até torcem para que os acidentes aconteçam, pois para que se importar com quem esta ali, se o importante é o espetáculo, e alguns o interpretam simplesmente como sendo a forma trágica de acontecer.


Outros eventos prestigiados pela população romana eram as manobras militares, corridas de pedestres e as lutas dos gladiadores, um tipo de Olimpíadas, estas últimas ocorriam geralmente em anfiteatros, como o famoso Coliseu de Roma, que está de pé ainda até hoje, os gladiadores eram escravos, prisioneiros de guerra ou mesmo voluntários, treinados em escolas especiais, que deveriam lutar entre si, enfrentavam em muitos casos animais ferozes como leões, leopardos e tigres provenientes de diferentes locais dos territórios controlados pelos romanos, uma boa dica deste assunto esta em o filme “O Gladiador” com o ator Russell Crowe.


Mosaico representando um gladiador, figura presente nos divertimentos romanos.

Esses eventos eram marcados pela extrema violência, acarretando inúmeras mortes durante suas realizações, mas mesmo assim era extremamente popular, o que levava os políticos a financiá-los para conseguirem apoio da população a seus projetos, que não visavam em nada favorecer o povo e sim somente a si próprio, como também são nos dias atuais, onde vemos nossos governantes aprovando projetos de lei que favorecem seus deleites e prazeres, quando dão algo ao povo, fazem questão de anunciar aos quatro ventos, pensando que alguns não têm o entendimento de saber que o que paga tais projetos são os impostos exorbitantes que estes usurpam dos cofres públicos, quero dizer público, e isto não significa ser de alguém só e sim de uma população, ou seja, do próprio povo, de todos, principalmente daqueles que colaboram pagando os devidos impostos de acordo com as leis governamentais.

O Pão e Circo foram de extrema importância para se buscar uma estabilidade social na sociedade romana, segundo seus governantes, pois, com ele, as classes dominantes buscavam controlar e conter os ânimos da população pobre, evitando dessa forma, que as rebeliões se tornassem cada vez mais constantes, estabilidade da qual atingiria somente a classe pobre, pois que, para se tornar rico seria quase que impossível, a não ser que se elegesse no senado e sentasse-se à mesa dos escarnecedores, fazendo como a maioria pensando em si próprio e jamais em quem o elegeu, que seria o próprio povo, esta então era a maior razão dos nobres terem escravos debaixo de suas tutelas, pois assim seria mais fácil dominá-los, coisas das quais não se diferenciam dos dias atuais, pois, muitos ainda são escravizados pela falta de conhecimento e entendimento, e votam simplesmente pelo fato de serem beneficiados e não de poderem beneficiar.

Para que a situação da exclusão e desigualdade social não acabasse em revoltas, a administração déspota imperial de Roma estabeleceu então a “política do pão e circo”.

O “pão e circo” não se limitavam simplesmente ao controle da população plebeia, e sim de todo o povo de uma forma em geral, até mesmo dos magistrados que se regalavam em ver o povo disputar as migalhas e assim rachavam o bico de tantas gargalhadas, enquanto o povo faminto disputavam um naco de pão, os imperadores apostavam qual gladiador seria o vencedor, para isto faziam apostas entre si que variavam entre bens e propriedades que eram furtadas dos menos favorecidos.

No processo de formação do Império Romano, observamos que uma nova ordem política fora desenvolvida pela ação de Otávio Augusto, ao mesmo tempo em que as decisões ficariam centralizadas nas mãos do imperador, notamos que esse novo regime também buscava apoio de outras parcelas da elite presentes na sociedade romana, de tal modo que, os grandes proprietários de terra e comerciantes passaram a ter presença privilegiada no Senado e em diversos cargos públicos romanos, sendo assim favorecidos devido às posses obtidas, cujo qual das atitudes não se difere dos dias de hoje, pois assim como monopolizavam e usavam de nepotismo também são nos dias atuais á aqueles que pensam em enriquecer as custas alheias.

Com o passar do tempo, vemos que a hegemonia das elites na ocupação dos cargos públicos e políticos romanos, tiveram um claro efeito na economia e na sociedade daqueles tempos, pois, proprietários de terras e comerciantes ampliaram os seus poderes com a aquisição de novas terras, a compra de escravos e o alcance de privilégios de ordens diversas favoreciam os mais ricos, e em contrapartida, os cidadãos mais pobres e os plebeus acabavam sendo excluídos desse processo de crescimento e tendo assim grandes dificuldades para sobreviver, os quais que, não concordavam com tais políticas e obrigatoriedades romanas eram chamados de rebeldes, tratados como desordeiros eram perseguidos e mortos sendo seus corpos expostos em vias publicas, para que servissem de exemplo, crucificados em praça publica e ruas de acesso a capital romana, esta era a maneira crucial de intimidar quem ousasse desafiar a tirania romana.

Essa situação de exclusão e desigualdade acabou determinando a realização de revoltas e protestos entre as classes menos favorecidas, a administração imperial decidiu estabelecer então a chamada “política do pão e circo”, medida esta tomada pelo governo de Roma que assim se preocupava em realizar grandes espetáculos, nos quais a população plebeia gastava parte de seu tempo assistindo as disputas esportivas e as lutas entre os gladiadores, que durante a mesma ocasião, alguns alimentos, como; pão e trigo eram fartamente distribuídos para a população menos favorecida, com isto o povo era desvirtuado a pensar que os governantes eram bons, quando na verdade eram aproveitadores, que se importavam em maquiar seus cargos públicos políticos com migalhas dadas ao povo, que se contentavam com o mínimo achando isto já ser o máximo que estes poderiam lhes oferecer.

Ao longo do tempo, acreditava-se que o “pão e circo” foi uma tática que conseguiu subverter as diferenças sociais e econômicas por meio do assistencialismo, promessa esta que nos dias atuais não é diferente do passado, promessas, que a cada quatro anos de mandato não se é cumprida, ou senão, dão o pão e armam o circo para manterem o povo ocupado e distraído, para que não possam cumprir com o que foi prometido na época em que estavam como candidatos a eleição, compram o povo com dentaduras, cestas básicas, matérias em geral, como da construção e algumas promessas a mais, que assim como algumas das quais compraram os votos, oferecendo ao povo mimos subversivos, achando estes na obrigação de votar no candidato tal porque este lhe ofertou aquilo que é direito seu, mas por falta do conhecimento o eleitor desconhece seus direitos de cidadão, e assim acaba vendendo seu voto a este político corrupto e interesseiro, não se atendendo de que desta maneira estará ajudando a este a continuar na corrupção, mas de que isto importa se muitos se contentam com uma atitude chula seguida de uma palavra de miséria, e nada de que uma linguiçada não os possa entreter, fazendo-os, a continuar no espírito do engano.

Em diversos textos contemporâneos observamos que a instituição do “pão e circo” foi utilizada no intuito de criticar ações governamentais em que os menos favorecidos eram ludibriados com a concessão de favores e diversão, propondo esse tipo de uso, acaba-se tendo a impressão de que o “pão e circo” romano retinham a insatisfação dos plebeus, e a cada foco de rebelião o governo romano se movia para realizar mais um novo espetáculo, então acharam por bem programarem eventos corriqueiros que mantinham o povo ocupado em se preocupar na data do próximo evento, e assim, não tinham tempo para se preocupar com os desvios governamentais, que eram abusivos e tiranos.

Na verdade, “o pão e circo” romano não atingiam a totalidade da população de Roma, que, na época, tinha mais de um milhão de habitantes, mas uma pequena parte dessa população pobre tinha direito aos benefícios do Estado, e nem todos os plebeus tinham como acessar as arenas onde os espetáculos aconteciam, para poderem protestar, pois esta era vigiada pela forte e armada guarda romana, e, além disso, as arenas também funcionavam como um espaço em que os plebeus manifestavam a sua insatisfação com relação aos preços dos alimentos e à cobrança de impostos abusivos, mas, nada disso mudava a politica romana, pois a cada manifestação era correspondida com um espetáculo anunciado seguido de uma chuva de pães, onde muitos que se revoltavam ao mesmo tempo se vendiam as migalhas do senado, rendiam-se ao engano facilmente, pois nem todos estavam dispostos a brigar pelos próprios ideais, quanto menos pelos ideais e necessidades do próximo, isto é algo muito nítido em meio ao povo, pois, assim como os políticos são unicistas (pretende explicar o universo por meio de um só tipo de realidade), o povo também é, podemos encontrar diversos capitalistas, partidários, socialistas, anarquistas, comunistas, mas raramente encontraremos humanistas, pessoas que se preocupem com a humanidade e em prol desta, que vivem suas vidas em prol de ajudar ao próximo, são raras as pessoas que pensam e agem desta maneira, pois a sociedade hipócrita e medíocre tem impedido de muitos serem humanos, pois ser cruel num mundo de cada um por si e deus por ninguém, isto não fará diferença alguma.

A política do pão e circo criada na antiguidade romana ecoa as suas ideologias até aos dias atuais, não com o mesmo método e sim com o mesmo raciocínio, pois da maneira como eram enganados no passado não se diferencia dos dias de hoje, o que tem mudado isto é a modernidade atual, o modus-operandi dominando com o mesmo espírito, o do engano, da ganância e a da hipocrisia pessoal, que faz do ser humano ser irracional, onde suas ideologias são piores do que a dos animais, que lutam pela sobrevivência e não pela vivencia entre si.

Acorda tu que dormes e levanta-te dentre os mortos...


A questão não esta somente em não concordar com os atos e sim em ser conivente com tais, os fatos...

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